Vem aí ☆
- Gabriela Paula Gonçalves
- 7 de jun.
- 2 min de leitura
A fotógrafa que vos tem algo à dizer.
Há 16 anos atrás, eu iniciava nesse universo chamado fotografia.
E nesse começo, lá por 2011, eu optei por me desafiar e fotografar em analógico também (aquelas fotos de filme, sabe?).
O analógico ficou na minha vida por anos, me dando a chance de fotografar casamentos somente com filme 35mm. Era um diferencial que eu tinha no meu trabalho.
O tempo passou, e migrei 100% pro digital, mas o analógico continuava lá, ditando a forma que eu fotografava, com menos pressa, mais vontade de perceber antes de apertar o botão.
E aí veio a instax, que era uma forma de preencher esse espaço que o analógico tinha deixado. Uma foto que revelava na hora e trazia uma nostalgia.
Mas esse ano de 2026, aconteceram muitas coisas internamente por aqui. Eu mergulhei tanto na palavra - autenticidade - e foi um mergulho de dentro pra fora, genuíno mesmo. Acho que consegui silenciar um pouco as vozes externas, os conceitos de sucesso do mercado, porque é sútil, e olhei pra dentro. Consegui parar pra isso. E o analógico apareceu de novo.
Dito isso, meu caro, escrevo esse post no dia 07/06/2026, e ainda 4 dias atrás, fotografei alguém novamente em analógico, depois de muito tempo. Usei minha câmera Pentax KM, que tem uma história daquelas! (vou tentar trazer)
Eu ainda não sei como o filme vai sair, não sei o que esperar, mas sei que aquela sensação gostosa da essência da fotografia voltou.
E, uni esse momento ao digital. Só ali as fotos já ficaram incríveis!!!!
Praticamente não pesquisei referências, não montei um roteiro, e só sabia que queria fotografar em um dia de sol, e numa região específica da cidade, com look de outono/inverno.
Eu quero compartilhar todo esse processo com vocês. E no momento, vou deixar aqui um vídeo que inicia essa jornada.




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